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Tiago Rodrigues

Onde está o teu brio, Portugal?

Há palavras que parecem ter perdido o seu lugar no nosso vocabulário. Brio é uma delas. Sinto no país uma inquietação, um cansaço e uma descrença que não podemos normalizar. Portugal não pode resignar-se. Precisa de recuperar o seu brio.
Sónia Jerónimo

A liderança sem armadura

Existe uma diferença profunda entre liderar a partir de uma estrutura e liderar quando já não existe proteção externa suficiente para sustentar a identidade. A primeira é difícil. A segunda transforma.
Filipe Bergaña

A empresa está pronta para ser vendida?

Uma boa empresa pode perder valor quando ninguém consegue explicar claramente como funciona.
José Crespo de Carvalho

Liderar sem saber IA é hoje uma forma de incompetência

O 2026 Global Leadership Study, da Harvard Business Impact, tem um mérito: tira a liderança do território confortável das boas intenções e coloca-a no território dos números. Foram ouvidos 1.139 líderes seniores, em mais de 15 países; 49% trabalham em organizações com receitas superiores a 10 mil milhões de dólares e 46% em empresas com mais de 20 mil colaboradores. Não estamos a falar de teoria. Estamos a falar de terreno.
Tiago Rodrigues, economista e gestor

Onde está o teu brio, Portugal?

Há palavras que parecem ter perdido o seu lugar no nosso vocabulário. Brio é uma delas. Sinto no país uma inquietação, um cansaço e uma descrença que não podemos normalizar. Portugal não pode resignar-se. Precisa de recuperar o seu brio.

Tiago Rodrigues, economista e gestor

Onde está o teu brio, Portugal?

Há palavras que parecem ter perdido o seu lugar no nosso vocabulário. Brio é uma delas. Sinto no país uma inquietação, um cansaço e uma descrença que não podemos normalizar.

IA rentabiliza-se com IE

Investir em IA é inevitável. A questão é que lugar ocuparemos nós. O burnout já custa às empresas portuguesas 5,3 mil milhões de euros por ano, e isso muda a

Pedro Magalhães, CEO da Fenix Capital Partners

A sucessão empresarial não é (só) um assunto de família

Thomas Mann precisou de centenas de páginas para narrar, em Os Buddenbrook, a lenta decomposição de uma dinastia mercantil. A sabedoria popular portuguesa resolveu o mesmo problema em seis palavras: “pai rico, filho nobre, neto pobre”. Ambas as narrativas possuem uma elegância fatalista. E ambas são, talvez, convenientes em excesso.

Randy M. Ataíde, investidor e consultor

Tampas de garrafa e foguetões de reforço

Há alguns meses, sentei-me no meu café favorito em Alcácer do Sal a lutar com uma garrafa de água, cuja tampa se recusava a sair. Eu não a tinha partido,...

A Ler: Smarter Spending

O livro de Pedro Amendoeira e Neil Apter propõe uma abordagem estratégica à gestão de custos e fornecedores, com foco na eficiência, na redução de riscos e na tomada de...

A Ler: As 5 Disfunções de uma Equipa

Este livro de Patrick Lencioni é uma referência ao trabalho em equipa, revelando as cinco tendências comportamentais que estão na verdadeira génese das dificuldades com que as equipas se deparam....

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A Ler: O Último Activo

Hélder Teixeira defende que a maturidade de quem decide é a variável que as organizações continuam sem medir, no momento em que a Europa passa a exigir supervisão humana sobre

outubro, 2026

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